Olá pessoas!
Hoje eu queria falar de amizade.
Já faz muitos anos que eu tenho amigos virtuais.
Muitas dessas amizades vão de antes de eu casar até. São amigas virtuais americanas que eu nunca vi, mas com as quais ainda mantenho contato.
Outras dessas amizades virtuais fiz no Orkut, ou através do blog.
Muitas de vocês me seguem já faz bastante tempo.
Acompanharam nossas tentativas, nossas tragédias e alegrias. E por isso eu sou muito grata. O apoio e carinho de vocês foi (e é!) muito importante em todos os momentos.
Mas hoje eu quero falar de outro tipo de amizade. Quero falar da amizade real, palpável. Quero falar da amizade entre mulheres.
Sim, porque apesar de dizerem que as mulheres não são amigas (eu tinha um chefe que dizia que as mulheres se beijam porque não podem se morder - kkkkkkkk), isso não é verdade.
E eu acho que ter amigAs é indispensável. Principalmente depois que nos tornamos mães.
Amigas pra desabafar, pra rir, pra chorar.
E hoje eu queria falar de 3 mulheres especiais que entraram na minha vida aqui em BH e que cada vez que eu penso que não vou mais vê-las... ai ai ai...
Conheci primeiro Maria Luiza e Marina. Depois conheci Rosana.
Minhas três mosqueteiras.
Todas professoras.
Na época, só Rosana era mãe.
Essas três mulheres acompanharam de perto a gestação da Tropinha. Estavam lá do meu lado quando eles se foram.
Elas foram minha família muitas vezes por aqui.
Lembro da Malu dormindo lá em casa quando Ana era bebezinha, e o Fê teve que passar uns dias na Argentina...
Rosana me levando pra fazer endoscopia porque não tinha ninguém pra ir comigo...
Marina passando a noite no hospital comigo quando Lucas ameaçou nascer antes da hora.
Só isso já seria suficiente pra eu amar estas mulheres que dedicaram uma parte do seu tempo pra me ajudar... Mas é muito mais do que isso.
Elas foram meu ombro quando eu precisava chorar, foram minha companhia quando eu precisava espairecer, foram a família que me visitou no hospital e em casa quando meus filhos nasceram.
Hoje Rosana tem dois filhos, Malu está curtindo a primeira, só Marina ainda não tem planos de ter filhinhos (vamos agilizar, Marinão?? kkkkkkkk) e nossos encontros são recheados de conversas de fraldas, dos desafios de ser mãe (acho que assustamos Marina nestas horas...) e dos momentos engraçados que passamos com os pequenos.
Não consigo descrever QUANTA falta vou sentir de vocês meninas, e tenho os olhos marejados só de pensar nisso...
Então eu queria apenas dizer OBRIGADA por tudo o que vocês fizeram por mim nestes últimos anos, que não foi pouco.
Mas queria dizer, mais do que tudo, que AMO vocês.
Rosana, Marina, eu e Malu.
Detalhe que nesta foto Rosana, Malu e eu estávamos grávidas!
Hoje eu queria falar de amizade.
Já faz muitos anos que eu tenho amigos virtuais.
Muitas dessas amizades vão de antes de eu casar até. São amigas virtuais americanas que eu nunca vi, mas com as quais ainda mantenho contato.
Outras dessas amizades virtuais fiz no Orkut, ou através do blog.
Muitas de vocês me seguem já faz bastante tempo.
Acompanharam nossas tentativas, nossas tragédias e alegrias. E por isso eu sou muito grata. O apoio e carinho de vocês foi (e é!) muito importante em todos os momentos.
Mas hoje eu quero falar de outro tipo de amizade. Quero falar da amizade real, palpável. Quero falar da amizade entre mulheres.
Sim, porque apesar de dizerem que as mulheres não são amigas (eu tinha um chefe que dizia que as mulheres se beijam porque não podem se morder - kkkkkkkk), isso não é verdade.
E eu acho que ter amigAs é indispensável. Principalmente depois que nos tornamos mães.
Amigas pra desabafar, pra rir, pra chorar.
E hoje eu queria falar de 3 mulheres especiais que entraram na minha vida aqui em BH e que cada vez que eu penso que não vou mais vê-las... ai ai ai...
Conheci primeiro Maria Luiza e Marina. Depois conheci Rosana.
Minhas três mosqueteiras.
Todas professoras.
Na época, só Rosana era mãe.
Essas três mulheres acompanharam de perto a gestação da Tropinha. Estavam lá do meu lado quando eles se foram.
Elas foram minha família muitas vezes por aqui.
Lembro da Malu dormindo lá em casa quando Ana era bebezinha, e o Fê teve que passar uns dias na Argentina...
Rosana me levando pra fazer endoscopia porque não tinha ninguém pra ir comigo...
Marina passando a noite no hospital comigo quando Lucas ameaçou nascer antes da hora.
Só isso já seria suficiente pra eu amar estas mulheres que dedicaram uma parte do seu tempo pra me ajudar... Mas é muito mais do que isso.
Elas foram meu ombro quando eu precisava chorar, foram minha companhia quando eu precisava espairecer, foram a família que me visitou no hospital e em casa quando meus filhos nasceram.
Hoje Rosana tem dois filhos, Malu está curtindo a primeira, só Marina ainda não tem planos de ter filhinhos (vamos agilizar, Marinão?? kkkkkkkk) e nossos encontros são recheados de conversas de fraldas, dos desafios de ser mãe (acho que assustamos Marina nestas horas...) e dos momentos engraçados que passamos com os pequenos.
Não consigo descrever QUANTA falta vou sentir de vocês meninas, e tenho os olhos marejados só de pensar nisso...
Então eu queria apenas dizer OBRIGADA por tudo o que vocês fizeram por mim nestes últimos anos, que não foi pouco.
Mas queria dizer, mais do que tudo, que AMO vocês.
Rosana, Marina, eu e Malu.
Detalhe que nesta foto Rosana, Malu e eu estávamos grávidas!
